Artigo atualizado em 17 de Junho de 2026 por João Daniel
O mercado de SUVs mudou. Enquanto antes os consumidores buscavam apenas “tamanho”, hoje a palavra-chave é…. estilo. Qual o problema? SUVs com silhueta de cupê (aquela linha de teto esportiva) costumam ser caros. É aí que entra o…. Citroën Basalto.
O Basalt, terceiro membro do projeto C-Cubed (juntamente com o C3 e o Aircross), é mais do que apenas um carro bonito. Ele apresenta engenharia focada em resolver o dilema: como ter um carro com aparência sofisticada, mas que não comprometa o orçamento na hora da manutenção?
1. O equilíbrio da plataforma CMP
A Basalt utiliza uma plataforma modular.. CMP. Tecnicamente, é isso que permite que o carro seja leve (melhorando o consumo de combustível) e, ao mesmo tempo, tenha uma distância entre eixos generosa (2,64 metros).
- Diferencial: Enquanto alguns coupés fazem com que os passageiros traseiros se sintam apertados, o Basalt utiliza a plataforma Aircross para garantir que os adultos viajem confortavelmente sem bater com a cabeça no teto — um erro comum em designs deste tipo.
2. Motor T200: Stellantis “Wild Card”
Sob o capô, o Basalt oferece a tecnologia mais moderna que a Stellantis tem a oferecer: o motor.. 1.0 Turbo Flex (T200).
- Potência e torque: Possui 130 cv e 20,4 kgfm de torque.
- Por que funciona? Este motor já é utilizado no Fiat Pulse, Fastback e no Peugeot 208. Para o proprietário de um Basalt, isso significa que os mecânicos são amplamente conhecidos em qualquer oficina no Brasil, e as peças de reposição são abundantes e baratas.
- Intercâmbio: A transmissão CVT, que simula 7 marchas, prioriza a suavidade e a economia de combustível, ideal para o trânsito intenso das capitais brasileiras.
3. O “truque do ofício” no porta-malas
Um SUV cupê precisa ser prático. O Basalt oferece isso.. 470 litros capacidade do porta-malas.
- Dica técnica: A abertura da tampa do porta-malas é ampla, facilitando o carregamento de itens volumosos (como carrinhos de bebê ou malas grandes), algo que os sedãs tradicionais têm dificuldade em fazer devido à abertura estreita do porta-malas.
4. Suspensão: O DNA da Citroën está preservado.
Muitos temiam que o Basalt fosse demasiado rígido devido ao seu visual desportivo. Mas a Citroën manteve a sua assinatura técnica:
- Curso de Suspensão: É mais alto que um sedã comum, o que evita que raspe em garagens e buracos.
- Calibração: Os batentes hidráulicos foram ajustados para que o carro “flutue” sobre o asfalto irregular, mas sem a instabilidade de SUVs muito altos. É o equilíbrio perfeito entre o conforto do C3 e a robustez do Aircross.
5. Custo de propriedade: Onde supera a concorrência.
Ao compartilhar o painel de instrumentos e diversos componentes internos com a linha C3, a Citroën consegue reduzir o preço de venda e o custo das peças de acabamento.
- Resultado: Você obtém o design de um SUV-Coupé (que na concorrência custa em torno de R$
140 mil160.000) por um preço muito mais competitivo, sem sacrificar o motor turboalimentado.
Conclusão: O basalto é a escolha certa para você?
Se você valoriza um visual moderno e não abre mão de um motor potente e econômico, o Basalt é a escolha mais lógica no momento. Ele comprova que a “Nova Citroën” no Brasil aprendeu a receita do sucesso: design europeu com a robustez e os custos de manutenção de um carro popular.
O que você achou das linhas de basalto? Será que ele tem o que é preciso para competir com o Nivus e o Fastback? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe este guia técnico com quem estiver pensando em trocar de carro!
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