🇫🇷
Gosta de Citroën, Peugeot,
Renault ou DS?
Adicione o AutoFrances às suas fontes preferidas no Google e acompanhe nossas principais notícias.
Pular para o conteúdo

Fusíveis do Renault Sandero: Guia Completo por Ano e Motor

Artigo atualizado em 7 de agosto de 2026 por João Daniel

Onde fica a caixa de fusíveis do Sandero, o que cada fusível protege e como identificar um fusível queimado — separado por geração (2007 a 2024) e por motor (1.0, 1.6, SCe e R.S.).

O que você vai encontrar neste guia

Antes de entrar nos detalhes técnicos, um resumo direto para quem está com pressa

  • O Sandero teve duas gerações vendidas no Brasil entre 2007 e 2024, cada uma com caixa de fusíveis e numeração próprias.
  • Existem duas caixas de fusíveis: uma no habitáculo (ao lado do pedal, sob o painel) e outra no compartimento do motor.
  • A amperagem de cada circuito muda conforme o motor — 1.0, 1.6 8V/16V, 1.6 SCe e o 2.0 do R.S. não usam necessariamente os mesmos valores.
  • A numeração exata de cada posição está sempre impressa na tampa da própria caixa — é a fonte mais confiável que existe para o seu carro específico.
  • Mais abaixo você encontra tabelas por geração/motor, uma lista de sintomas x fusível provável, e o passo a passo para trocar um fusível com segurança.

Por que não existe “um” mapa de fusíveis para o Sandero

Se você chegou a este artigo procurando um único diagrama que sirva para “o Sandero”, a primeira coisa que precisa saber é que ele não existe. O Renault Sandero foi vendido no Brasil por quase duas décadas, entre 2007 e a saída de linha da versão Stepway em 2024/2025, passando por duas gerações completas, um restyling de meio de vida em cada uma delas, e ao menos quatro famílias de motor diferentes (1.0 16V Hi-Flex, 1.6 16V/8V Hi-Flex, 1.0 SCe 12V, 1.6 SCe 16V e o 2.0 16V do R.S.). Fora do Brasil, a história se ramifica ainda mais, com a terceira geração (vendida pela Dacia na Europa e por outras redes da Renault em mercados como Colômbia, Argentina, Marrocos e Leste Europeu) trazendo motores turbo TCe e diesel dCi que nunca chegaram por aqui. procurando um único diagrama que sirva para “o Sandero”, a primeira coisa que precisa saber é que ele não existe. O Renault Sandero foi vendido no Brasil por quase duas décadas, entre 2007 e a saída de linha da versão Stepway em 2024/2025, passando por duas gerações completas, um restyling de meio de vida em cada uma delas, e ao menos quatro famílias de motor diferentes (1.0 16V Hi-Flex, 1.6 16V/8V Hi-Flex, 1.0 SCe 12V, 1.6 SCe 16V e o 2.0 16V do R.S.). Fora do Brasil, a história se ramifica ainda mais, com a terceira geração (vendida pela Dacia na Europa e por outras redes da Renault em mercados como Colômbia, Argentina, Marrocos e Leste Europeu) trazendo motores turbo TCe e diesel dCi que nunca chegaram por aqui.

Cada uma dessas combinações de carroceria, ano de fabricação e motor tem sua própria central elétrica, sua própria caixa de fusíveis (às vezes duas: uma no habitáculo e outra no compartimento do motor) e sua própria numeração de circuitos. Um fusível que protege o vidro elétrico no Sandero de 2010 pode estar em uma posição completamente diferente no Sandero de 2018, mesmo que a função seja idêntica. Isso acontece porque a Renault revisa a fiação, o chicote e a central multiplexada (UCH) ao longo da vida do modelo, e porque a fábrica de São José dos Pinhais adaptou o carro à realidade brasileira (etanol, estradas, opcionais locais).

Leia também  Citroën C3 Aircross 7 Lugares em 2026: Ainda é a Melhor Opção para Famílias Grandes?

Por isso, este guia foi organizado de um jeito diferente do que você normalmente encontra por aí: em vez de fingir que existe um mapa universal, ele separa o Sandero por geração e motorização, explica o que cada família de fusível protege, mostra faixas de amperagem típicas para cada circuito e ensina você a ler corretamente a etiqueta da sua própria caixa de fusíveis — que é, no fim das contas, a fonte mais confiável que existe, porque foi impressa especificamente para o chassi do seu carro.


Onde fica a caixa de fusíveis do Renault Sandero

Independentemente da geração, o Sandero segue uma lógica de proteção elétrica em duas frentes:

1. Caixa de fusíveis do habitáculo (compartimento de passageiros). Fica atrás de uma tampa plástica na extremidade esquerda do painel, próxima à porta do motorista, acima do pedal de embreagem/freio. Nela ficam os circuitos de baixa e média corrente: iluminação interna, rádio, vidros elétricos, travas, buzina, limpador de para-brisa, ventilação, tomada de 12V e instrumentos do painel.

2. Caixa de fusíveis e relés do compartimento do motor. Fica no vão do motor, geralmente próxima à bateria ou à parede corta-fogo, protegida por uma tampa maior. Aqui estão os fusíveis de alta corrente e os relés de potência: bomba de combustível, injeção eletrônica (ECU), ventoinha do radiador, ar-condicionado, faróis (em alguns anos) e o fusível “master” que alimenta boa parte da central elétrica.

Essa divisão em duas caixas é padrão em praticamente toda a vida do Sandero no Brasil, da primeira à segunda geração. O que muda de um ano para outro é quantos fusíveis cabem em cada caixa, a ordem/numeração e, em alguns casos, a amperagem exata de um mesmo circuito — sobretudo quando o motor muda (um 1.6 16V com quatro bicos injetores puxa mais corrente na ECU do que um 1.0 16V, por exemplo).


Antes de trocar um fusível do Sandero: ferramentas e cuidados

Trocar um fusível é uma das manutenções mais simples que existem, mas alguns cuidados evitam dor de cabeça (e, em casos extremos, incêndio):

  • Desligue a ignição e, se for mexer na caixa do motor, espere o motor esfriar.
  • Use o extrator plástico (aquela peça em formato de pinça) que fica encaixado na própria tampa da caixa de fusíveis — quase todo Sandero traz um de fábrica.
  • Nunca substitua um fusível por outro de amperagem maior. O fusível existe para queimar antes do fio; colocar um de amperagem mais alta pode derreter o chicote e causar incêndio.
  • Se um fusível novo queima na hora, não insista trocando por outro: há um curto-circuito ou sobrecarga real no circuito, e o carro precisa ir para um eletricista automotivo.
  • Fusíveis relacionados a airbag, pré-tensionador de cinto e ABS/ESP exigem atenção redobrada — problemas nesses circuitos merecem diagnóstico profissional, não só a troca do fusível.
  • A numeração e as cores dos fusíveis seguem um padrão universal por amperagem (isso não muda entre gerações):
Cor do fusívelAmperagem
Preto1 A
Cinza2 A
Violeta/rosa3 A
Rosa claro4 A
Laranja5 A
Marrom7,5 A
Vermelho10 A
Azul15 A
Amarelo20 A
Transparente/branco25 A
Verde30 A
Azul-claro40 A
Laranja (maxi)50–60 A

Guardar essa tabela de cores é útil porque, mesmo que a numeração do circuito mude de um ano para outro, a cor sempre indica a amperagem correta na hora de repor um fusível.

Leia também  Qual o Melhor Óleo para Citroën? Guia definitivo por motorização

Fusíveis do Sandero I (2007 a 2014) — Primeira Geração

Lançado em dezembro de 2007 como o primeiro carro mundial da Renault produzido no Brasil, o Sandero I nasceu sobre a plataforma B0, compartilhada com o Logan. Passou por um restyling em 2011 (para-choques mais robustos, máscaras escurecidas nos faróis e lanternas) sem alterar a arquitetura elétrica de forma significativa.

Motorizações da primeira geração

MotorPeríodoPotência aproximadaObservação elétrica
1.0 16V Hi-Flex (K7M)2007–201475–77 cv (etanol)ECU e bobina de menor amperagem
1.6 16V Hi-Flex (K7M/K4M)2007–2014100–110 cv (etanol)Ventoinha e ECU com fusíveis de maior amperagem
1.6 16V Hi-Flex (Stepway)2008–2014112 cv (etanol)Mesma base do 1.6 do hatch
Câmbio automático (Sandero Automatic)a partir de 2010Adiciona fusível/relé dedicado à central de câmbio

Caixa do habitáculo – Sandero I (referência)

Circuito protegidoAmperagem típica
Luzes de posição/lanternas (lado esquerdo e direito)10 A cada
Buzina15 A
Limpador/lavador de para-brisa20–25 A
Vidros elétricos20–25 A
Travamento central15–20 A
Rádio/som (memória e alimentação principal)5 A e 15 A
Luz interna, porta-malas e luz de cortesia5–10 A
Acendedor de cigarros/tomada 12V15–20 A
Painel de instrumentos5–10 A
Módulo de airbag5–10 A

Caixa do motor – Sandero I (referência)

Circuito protegidoAmperagem típica
Bomba de combustível15–20 A
Injeção eletrônica (ECU) – 1.0 16V20–30 A
Injeção eletrônica (ECU) – 1.6 16V30–40 A
Ventoinha do radiador30–40 A
Ar-condicionado (embreagem do compressor)10–15 A
Faróis baixo/alto15 A cada
Fusível principal/master60–80 A

Nota sobre o Sandero I: por ser um modelo mais antigo, é comum encontrar unidades com reparos elétricos informais (fiação emendada, acessórios instalados por fora do padrão de fábrica, como som e alarme). Nessas situações, a numeração impressa no manual pode não bater 100% com a realidade do carro à sua frente — sempre confirme visualmente antes de confiar cegamente na tabela.


Fusíveis do Sandero II (2014 a 2024) — Segunda Geração

A segunda geração chegou em junho de 2014, sobre uma versão atualizada da plataforma B0, agora compartilhando o desenho frontal com o Logan. Essa geração teve uma vida longa e pode ser dividida em três fases elétricas relevantes.

Fase 1 (2014–2016): 1.0 16V Hi-Power e 1.6 8V Hi-Power

O lançamento trouxe motorização revisada: 1.0 16V Hi-Power (até 80 cv) e 1.6 8V Hi-Power (até 106 cv), com airbag frontal e ABS já de série em toda a linha, por exigência legal. Em setembro de 2014 chegou o câmbio automatizado Easy’R.

Fase 2 (2016–2019): chegada dos motores SCe

Em novembro de 2016, a família SCe (Simple Combustion e economia de combustível) substituiu parcialmente a anterior: 1.0 SCe 12V de três cilindros (até 82 cv) e 1.6 SCe 16V de quatro cilindros (até 118 cv). Esses motores usam uma arquitetura de injeção mais moderna e multiplexada, o que costuma significar fusíveis de ECU com amperagem diferente dos motores Hi-Power anteriores, além de um relé adicional para o comando eletrônico de borboleta.

Em dezembro de 2015 estreou mundialmente o Sandero R.S., versão esportiva com motor 2.0 16V de até 150 cv, desenvolvida pela Renault Sport. Por ter um sistema de injeção mais robusto (mais bicos, bobinas individuais, eventual gerenciamento de torque mais complexo), o R.S. tem fusíveis de maior amperagem na caixa do motor e, em alguns casos, um fusível extra dedicado ao sistema de gerenciamento esportivo.

Fase 3 (2019–2024): restyling e câmbio CVT

Em julho de 2019 chegou a atualização estética (para-choque dianteiro novo, tampa traseira redesenhada com lanternas em LED) e, na mecânica, as versões 1.6 passaram a contar com câmbio automático CVT X-Tronic, de origem Nissan/Aliança. A chegada do CVT normalmente implica um módulo eletrônico de câmbio próprio, com fusível e relé dedicados que não existem nas versões com câmbio manual ou Easy’R.

Leia também  Motor Citroën 1.6 THP: Como Aliar Alta Performance e Confiabilidade?

Caixa do habitáculo – Sandero II (referência, todas as fases)

Circuito protegidoAmperagem típicaObservação por motorização
Painel de instrumentos / quadro digital5–10 AIgual em todas as versões
Rádio/multimídia e módulo Bluetooth10–15 AMaior em versões com tela touch (Dynamique/Intense)
Vidros elétricos dianteiros e traseiros20–30 AMaior nas versões 4 portas com vidro traseiro elétrico
Travamento central e alarme15–20 A
Limpador/lavador de para-brisa20–25 A
Luz interna, teto solar (quando houver)5–10 A
Espelhos elétricos retráteis/aquecidos10–15 ASó em versões com esse opcional
Módulo de airbag e pré-tensionador5–10 AIgual em todas as versões
Módulo do câmbio automatizado Easy’R / CVT10–20 APresente apenas em versões automatizadas/automáticas

Caixa do motor – Sandero II (referência, por motorização)

Circuito protegido1.0 16V Hi-Power / 1.0 SCe1.6 8V Hi-Power / 1.6 SCeR.S. 2.0 16V
Injeção eletrônica (ECU)20–30 A30–40 A40–50 A
Bomba de combustível15 A15–20 A20 A
Bobinas de ignição10–15 A15 A15–20 A
Ventoinha do radiador30 A30–40 A40 A (dupla velocidade)
Comando eletrônico de borboleta (drive-by-wire)Presente nos SCePresente nos SCePresente
Ar-condicionado10–15 A10–15 A10–15 A
Fusível principal/master60–80 A60–80 A80 A

Por que o motor influencia tanto? Motores com mais cilindros ou mais bicos injetores (o 1.6 SCe 16V de quatro cilindros contra o 1.0 SCe de três, por exemplo) demandam mais corrente simultânea da central de injeção, então é comum a Renault usar um fusível de amperagem imediatamente superior nesse circuito, mesmo mantendo a mesma posição física na caixa. Já o R.S., por ter gerenciamento eletrônico de torque e um sistema de exaustão/injeção mais sofisticado, tende a ter a maior reserva de amperagem entre todas as versões do Sandero vendidas no Brasil.


Fusíveis do Sandero III — versões internacionais (não vendida no Brasil)

A Renault decidiu não trazer a terceira geração do Sandero para o Brasil, mantendo apenas o Stepway da segunda geração em produção até 2024/2025, quando o Renault Kardian assumiu o posto. Ainda assim, para quem importou o veículo, mora em outro país ou possui a versão vendida pela Dacia na Europa (e por redes Renault na Argentina, Colômbia, Marrocos e parte do Leste Europeu), vale um panorama rápido:

MotorTipoObservação elétrica
1.0 TCe / 0.9 TCe (turbo, 3 cilindros)Gasolina turboFusível de ECU maior por causa da válvula de turbo/wastegate elétrica e bomba de combustível de alta pressão
1.6 SCeAspiradoSimilar ao SCe brasileiro
1.5 dCi (diesel)Diesel turboAdiciona fusível para vela de pré-aquecimento (pode chegar a 50–80 A) e para a bomba de alta pressão do sistema common rail

Se esse é o seu caso, não use como referência as tabelas das gerações anteriores: a terceira geração roda sobre uma plataforma CMF completamente nova (compartilhada com o Renault Kardian), com uma central elétrica multiplexada diferente e um layout de caixa de fusíveis próprio. O manual do proprietário específico do seu mercado é indispensável aqui.


Fusível do Sandero queimado: sintomas comuns e o circuito provável

Uma tabela rápida de diagnóstico, válida para qualquer geração — o objetivo é te dar uma pista de por onde começar, não substituir a etiqueta da sua caixa:

SintomaFusível provável
Carro não dá partida, painel apagadoFusível principal/master ou bateria
Carro dá partida mas não “pega”Bomba de combustível ou ECU de injeção
Vidro elétrico de um lado específico não funcionaFusível daquele vidro (geralmente individual por porta em versões 4 portas)
Buzina mudaFusível da buzina
Setas não piscam, mas luz de posição funcionaFusível/relé do pisca-alerta
Ar-condicionado liga o ventilador mas não gelaFusível da embreagem do compressor
Rádio não liga, mas resto do painel funcionaFusível dedicado do som
Limpador de para-brisa paradoFusível do limpador ou motor do limpador
Luz de “airbag” acesa no painelNão é fusível — é falha de sensor/módulo, procure assistência
Vários itens elétricos param ao mesmo tempoFusível “master” compartilhado daquele grupo de circuitos

Passo a passo para localizar e trocar um fusível

  1. Desligue o veículo e retire a chave (ou pressione o botão de partida duas vezes sem pisar no freio, em versões com Card).
  2. Abra a tampa da caixa correspondente — habitáculo para itens internos, motor para itens de alta corrente.
  3. Localize o diagrama impresso na parte interna da própria tampa. É ali, e não em nenhum site, que está a numeração oficial do seu carro.
  4. Identifique o número do circuito relacionado ao problema (use a tabela de sintomas acima como ponto de partida).
  5. Retire o fusível suspeito com o extrator plástico e observe o filamento interno: se estiver rompido, ele queimou.
  6. Substitua por outro de mesma amperagem e cor — nunca superior.
  7. Teste o circuito. Se o fusível novo queimar novamente, pare e procure um eletricista automotivo: há uma sobrecarga real no sistema.

Perguntas frequentes

Os fusíveis do Sandero 1.0 e do 1.6 são intercambiáveis? Fisicamente sim (o formato do fusível é universal), mas a amperagem recomendada para cada circuito pode mudar conforme a motorização, como mostrado nas tabelas acima. Troque sempre respeitando a amperagem original daquela posição específica, e não a amperagem “genérica” de outro motor.

Por que meu Sandero 2018 tem uma caixa de fusíveis diferente do manual que encontrei online de um 2015? Porque a Renault revisa o chicote elétrico e a central multiplexada ao longo da produção, mesmo dentro da mesma geração — principalmente quando um novo motor (como o SCe) é introduzido no meio do ciclo de vida do modelo, como aconteceu em 2016.

Existe fusível para o pisca-alerta separado das setas? Na maioria das versões, o pisca-alerta e as setas compartilham o mesmo relé/fusível, mas em algumas configurações mais recentes com central multiplexada esse controle passa a ser feito por software dentro da UCH (Unidade de Comando do Habitáculo), sem um fusível dedicado tradicional.

Posso usar um fusível de vidro comprado avulso, sem ser genuíno Renault? Sim, fusíveis automotivos seguem padrão internacional (mini, standard ou maxi) e a marca não interfere na segurança, desde que a amperagem e o formato sejam idênticos aos originais.

Onde fica a caixa de fusíveis do Renault Sandero? Há duas: uma no habitáculo, atrás de uma tampa plástica no lado esquerdo do painel (perto do pedal), e outra no compartimento do motor, próxima à bateria ou à parede corta-fogo.

Quantos fusíveis tem o Renault Sandero? O número varia por geração e versão, mas gira normalmente entre 25 e 40 fusíveis somando as duas caixas (habitáculo e motor), fora os relés. A contagem exata está sempre na etiqueta da tampa do seu carro.


Conclusão

O sistema de fusíveis do Renault Sandero é, na essência, simples e bem dividido entre habitáculo e compartimento do motor — mas a variedade de gerações, restylings e motorizações que o modelo recebeu ao longo de quase vinte anos no Brasil faz com que não exista um único mapa válido para todos os anos. A forma mais segura de trabalhar é usar este guia como orientação geral de circuitos e faixas de amperagem, mas sempre conferir a etiqueta impressa na tampa da caixa de fusíveis do seu próprio carro — ela foi feita especificamente para o chassi e a motorização do veículo que você tem em mãos, e é a única fonte 100% confiável quando o assunto é numeração exata.


Aviso de isenção de responsabilidade

Este artigo tem finalidade exclusivamente informativa e educacional. As amperagens, numerações e descrições de circuitos apresentadas são valores de referência, construídos a partir de fontes técnicas públicas e do histórico de motorizações do Renault Sandero no Brasil e no exterior — eles não substituem o manual do proprietário do seu veículo nem a etiqueta original impressa na tampa da caixa de fusíveis, que podem variar conforme o ano exato de fabricação, a versão, o mercado de venda, revisões de fábrica e eventuais alterações elétricas feitas após a compra. Antes de realizar qualquer intervenção no sistema elétrico do veículo, recomenda-se fortemente consultar o manual original do seu Sandero e, em caso de dúvida, procurar uma concessionária Renault ou um profissional qualificado em eletricidade automotiva. O autor e o publicador deste conteúdo não se responsabilizam por danos ao veículo, ferimentos pessoais ou prejuízos de qualquer natureza decorrentes do uso das informações aqui apresentadas.

🔧 Vai comprar peças ou acessórios para seu carro?

Antes de fechar a compra, compare os preços nas maiores lojas do Brasil. Ao comprar através dos nossos links você não paga nada a mais e ainda ajuda a manter o Auto Francês no ar. ❤️

* Podemos receber uma pequena comissão pelas compras realizadas através destes links, sem qualquer custo adicional para você.
João Daniel - Fundador do Auto Francês

João Daniel

Fundador e Editor do Auto Francês

Sou o fundador do Auto Francês, um portal especializado exclusivamente nos veículos Citroën/Peugeot/Renault comercializados no Brasil. Produzo conteúdos técnicos, guias de manutenção, soluções para problemas mecânicos, códigos de falha, recalls, especificações e dicas para proprietários que desejam manter seu veículo sempre em boas condições.

Nosso objetivo é transformar informações técnicas em conteúdos claros, completos e confiáveis, ajudando milhares de proprietários a tomar decisões mais seguras sobre manutenção, compra de peças e cuidados com seus veículos.

✔ Portal especializado exclusivamente nas marcas Citroën/Peugeot/Renault.
✔ Conteúdos atualizados regularmente conforme novas informações são divulgadas.
✔ Informações baseadas em manuais do fabricante, campanhas oficiais de recall, boletins técnicos e documentação pública.
✔ Revisão constante dos artigos para manter as informações corretas e atualizadas.
Compromisso com a qualidade da informação

Todos os artigos publicados no Auto Francês passam por pesquisa e revisão antes da publicação. Sempre que a Citroën/Peugeot/Renault divulga novos recalls, atualizações técnicas ou alterações de especificações, nossos conteúdos são revisados para refletir as informações mais recentes. Quando aplicável, também utilizamos manuais do proprietário, documentação técnica, catálogos de peças e fontes oficiais para garantir maior precisão das informações apresentadas.